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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

E ela mais uma vez perdeu o controle e deixou pequenas coisas ruins germinassem dentro de si e se transformassem em gigantes monstros em forma de sentimentos, deixou a raiva sufocar o amor, e em meio a uma tempestade má se sentiu perdida, abandonada, só. Estava sendo reprimido qualquer resquício de alegria do coração dela e de certa forma estava afetando o amor que ela tinha, e talvez fosse esse o motivo de ela estar fraca, o amor estava sufocado, oprimido, ela só conseguia sentir raiva por todos os que ela amava, queria que eles estivessem com ela naquele momento. Depois de tanta agonia ela foi percebendo que ela não estava sozinha, e nunca esteve havia alguém que ela poderia até ter esquecido, mas esse alguém nunca a esqueceu, em nenhum momento, estava ao seu lado todo tempo, secou suas lagrimas com a brisa e acariciou-a, cantou pra acalmar seu pranto, mas ela recusava-se a ver, a perceber, somente depois de não agüentar mais chorar, ela percebeu o quanto era amada, que nunca este sim nunca a abandonaria, ela sentiu o amor de Deus o amor mais puro e verdadeiro  e nesse instante o amor tomou conta de seu coração.

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