Sobre um coração em erupção.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Ela se sente só em um grande labirinto, perdida, enormes muros a cercam, muros da insegurança e do medo, confusa em tantas opiniões de quem está de fora que não consegue formar suas próprias opiniões, às vezes ela tropeça e cai, se debate, chora, mas sempre encontra forças pra levantar e recomeçar, buscar um novo caminho, até um dia talvez se libertar dessa prisão, romper os cadeados das angústias, e as correntes do desespero, ultrapassar as pedras das mentiras e enfim sair dos muros da agonia e encontrar a paz.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
E ela mais uma vez perdeu o controle e deixou pequenas coisas ruins germinassem dentro de si e se transformassem em gigantes monstros em forma de sentimentos, deixou a raiva sufocar o amor, e em meio a uma tempestade má se sentiu perdida, abandonada, só. Estava sendo reprimido qualquer resquício de alegria do coração dela e de certa forma estava afetando o amor que ela tinha, e talvez fosse esse o motivo de ela estar fraca, o amor estava sufocado, oprimido, ela só conseguia sentir raiva por todos os que ela amava, queria que eles estivessem com ela naquele momento. Depois de tanta agonia ela foi percebendo que ela não estava sozinha, e nunca esteve havia alguém que ela poderia até ter esquecido, mas esse alguém nunca a esqueceu, em nenhum momento, estava ao seu lado todo tempo, secou suas lagrimas com a brisa e acariciou-a, cantou pra acalmar seu pranto, mas ela recusava-se a ver, a perceber, somente depois de não agüentar mais chorar, ela percebeu o quanto era amada, que nunca este sim nunca a abandonaria, ela sentiu o amor de Deus o amor mais puro e verdadeiro e nesse instante o amor tomou conta de seu coração.
terça-feira, 12 de julho de 2011
O princípio do sentimento
Meus olhos almejam os seus, há uma sutil necessidade desse encontro. É um desejo tão intenso que de repente me domina. Não como um pássaro ferido que cai e encontra o chão, mas como o doce encontro do sol com as montanhas no final da tarde. É uma luz que nasce por entre as pedras sombrias, que ilumina a alma e alegra meu coração que bate como as asas de um beija-flor.
Não se trata de um desejo ardente, mas de algo sereno e puro como uma flor, algo que me faz bem. E em meio a tantas sensações, posso perceber a imensidão desse sentimento. É como quando olho pro horizonte, não posso ver o fim, mas há muito mais além daquilo que vejo. É tão singelo como o brilho da lua ao atingir as nuvens. É como a presença de Deus, não posso ver, nem ao menos explicar, mas posso crer e sentir.
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